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O lápis que vê

O lápis que vê

18 de Junho, 2018

To let go

Ana Isabel Sampaio

Às vezes é preciso tomar decisões que não são fáceis. Uma delas é “deixar ir” pessoas de quem gostamos, às vezes mesmo mesmo muito.

Há alturas que temos de arranjar maneira de fazer as pazes com verdades que nos custam. Uma delas é que podemos significar quase nada para alguém que significa muito para nós (eu sei, é duro, muiiiito duro, até porque podemos e tendemos a fazer perguntas erradas).

Tem de haver uma altura em que tomamos essa decisão de deixar ir (os ingleses têm sempre expressões de que gosto muito neste caso: to let go, até há um poema sobre isto que publiquei há um tempo, quando eu própria tomei essa decisão). Não é fácil e o que vem depois também não, mas é preciso… Porque a verdade é que nós só temos controlo sobre o que fazemos e sentimos. Nós só temos a nossa versão da situação é verdade, mas é com ela que temos de tomar de viver. Ninguém está certo e ninguém está errado é só aceitar a realidade como ela é, não quer dizer que seja fácil, mas muitas vezes é a decisão mais saudável naquele momento.

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