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O lápis que vê

O lápis que vê

22 de Novembro, 2017

Reconstrução

Ana Isabel Sampaio

Que é feito de mim? Dos restos que restam construo o novo, ou será que reconstruo o original, sem mácula, sem medo, sem restrição, largando as últimas amarras que me prendem a um passado que já não existe. A pedaços de experiência que serviram o seu propósito, mas que não podem jamais tornar-se fonte de limitação, porque são o seu exato contrário… a força de impulso da liberdade de ser... e de sentir.