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O lápis que vê

O lápis que vê

25 de Junho, 2019

Perdão, a única saída...

Ana Isabel Sampaio

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Perdoar, não perdoar, será que perdoei, não quero perdoar, aquela pessoa não merece o meu perdão, eu não mereço ser perdoado… Podia continuar por aqui fora.

Perdoar é a única forma de libertação. O perdão é a única saída.

Mas saída de onde?

Para começar dos nossos pensamentos obsessivos. Não será novidade para alguns que estão a ler que, o nosso universo é mental, que a grande percentagem da nossa mente é inconsciente e que guia muito do que vamos fazendo. Basta uma pequena pesquisa para aparecem milhares de páginas sobre o assunto, umas mais sérias que outras (discernimento minha gente, e é preciso muito, especialmente quando nos sentimos assoberbados).

O nosso universo é mental porque tudo acontece na mente, simples e não me vou alargar mais sobre esta questão aqui hoje. Então se tudo acontece na nossa mente, porque o perdão é a saída?

Porque o perdão ressignifica o acontecimento.

O ser humano consegue ficar preso a acontecimento do passado durante toda a vida, esses acontecimentos por sua vez, vão modelando o que vai acontecendo e as decisões que vamos tomando tornando real a cada vez que é relembrado.

O que o perdão faz é dissolver o cenário criado. Um cenário que tem diferentes perspectivas (a forma como eu o vivi não será, de certo a mesma da outra pessoa, podendo mesmo ser contraditória).

Não estou a dizer que é fácil (acreditem que ainda estou em processo com algumas coisas em mim), estou a dizer que acredito que resulta.

Afinal de que serve guardar rancor?