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O lápis que vê

O lápis que vê

16 de Junho, 2020

Pensamento aleatório despregado #59

Ana Isabel Sampaio

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Ninguém, no seu juízo perfeito, nem as próprias páginas da história consideram Hitler um herói,

nem Pinochet,

nem Ceauşescu,

nem Estaline,

nem Franco,

nem Salazar (se bem que alguns ainda acham que ele foi mais bonzinho que os outros),

nem Mao Tsé-Tung,

nem Kim Jong-un,

nem Pap Doc,

nem Mussolini,

nem Videla,

nem Haile Mariam,

ntre muitos outros ditadores (e só fui aos do século XX e XXI, alguns ainda vivem ou morreram muito recentemente).

Então porque teima tanta gente em credibilizar e propagar ideologias da mesma natureza? É altura de aprender com a história e deixar a mera sede de poder e falsa segurança que a separação de quem é diferente traz. A Europa e o mundo ainda lambem feridas profundas ao mesmo tempo que criam novas. A crise dos refugiados é um exemplo claro disto. A destruição do meio ambiente outro…

Isto quando a pandemia e o confinamento pareciam trazer à tona uma nova consciência e forma de viver e, no entanto, muitos se apressam a voltar ao que era não fazendo a ponte para esta novo mundo possível, ainda não perfeita, mas mais amigável para todos.

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