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O lápis que vê

O lápis que vê

03 de Novembro, 2019

Pensamento aleatório despregado #40

Ana Isabel Sampaio

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Não sei se há algo de novo a acrescentar a tudo o que foi dito sobre o Joker. É um filme profundo, de difícil disgestão. Põe o dedo não em uma, as em várias feridas. A questão da doença mental é a mais falada, mas há outras. A crescente desumanização e falta de empatia, a ignorância, a falta de horizontes, o medo... Deixa também mais tenue a linha criada entre os "bons" e os "maus". 

É violento de várias formas. É também terrivelmente belo. Joaquim Phoenix é, como já foi dito, soberbo. A banda sonora é genial. É um filme inteligente e grotesco.