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O lápis que vê

O lápis que vê

18 de Maio, 2020

Diário (em tempos de pandemia) | Diary (in pandemic times) #5

Ana Isabel Sampaio

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Não, o Amor não vence sempre. Às vezes vence o medo e o cansaço, e o vazio. Às vezes não é a energia e a paixão que tomam conta, mas o encolher, o mingar. O ficar preso dentro do próprio corpo, da casa, dos limites. E agora esta pandemia, este confinamento, o desgaste, a solidão que hoje assolou. O nada.

Sinto-me desligada do mundo, como sempre me senti um pouco. Às vezes é bom, hoje é mau. Não sei por onde ir e não posso sair a procurar o caminho.

Quero recuperar a magia, mas se calhar estou a ver pelo lado errado. Eu não posso recuperar uma coisa que veio de um lugar distorcido. Tenho de refazer a magia, procura-la neste lugar novo.

No, love doesn't always win. Sometimes wins the fear and the tiredness, and he emptiness. Sometines is ot the energy and passion that take over, is the shrinking, the feeling smal. To feel trapped in the body, in the house, in the limits. And this isolation, the wearing, the lonliness. And some days like today where I don't feel at all that everything is going to be ok (insert rainbow here). 

I feel disconected from the world, I always did in someway. Sometimes is a good thing today it feels bad. It is a diferent kind of disconection. Just can't find my path.

Somehow I want to redeem the magic I feel I lost somewhere along these last couple of years. But maybe I'm just looking at it the wrong way. How can I redeem something that was wrong all along? Maybe I just need to rethink magic in a new way or find it in a new place.

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