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O lápis que vê

O lápis que vê

27 de Dezembro, 2018

Doçura

Ana Isabel Sampaio

A doçura não implica que se seja parvo. Como se para ser doce, vulnerável e bom, seja também condição ser submisso, ou algo do género. Ser bom é diferente de ser bonzinho. E à vontade não é à vontadinha. A doçura implica força, a vulnerabilidade implica estar tão ciente de si mesmo e ser verdadeiro.

A gentileza é uma forma de vida.

O Amor é uma forma de vida.

Mas não vale a pena ser ingénuo e achar que todos vão entender quando mostramos os nossos limites. Porque as pessoas têm um mau hábito de os testar e depois ficar zangadas ou chateadas ou tristes quando percebem que ser doce ou gentil não é um convite a ser capacho.

Em jeito de conclusão: temos pena.